Diário de ensaios e desenvolvimento do “Processo de Estudo para Fados e Afins”

➤ Dia 17/10/2016 (Segunda-feira)

Ensaio na Balagan com a presença de Divanir, o músico. Resoluções importantes foram tomadas para o avanço do processo de síntese do trabalho, em especial, na que, agora, chamamos de primeira parte. Como já havia feito um aquecimento de manhã, no espaço Ghut, entramos diretamente no trabalho.

Esse ensaio com o Divanir foi fundamental para decidirmos o roteiro desta primeira parte.

Pouco a pouco a relação com a música foi se clareando, tanto que acabamos por fazer uma divisão mais justa, mais adequada para as falas na relação com o esqueleto.

Observações do ensaio por Maria Thais:

1. Dona Juliana- prólogo: exclamar: Fado! No momento em que se faz silêncio.

2. Poema com pausas, e deixar o corpo falar, mas, sem som.

3. Chão/mar- nadar de costas

4. Chegar um pouco depois na “Canção do Mar”

Momento de costas- fazer diferenciação

Rosto nos giros-peso nos pés;

5. Tom do texto final- observar para ser delicado e firme.

6. Quando estiver falando “Em que barco...” lembrar-se de tocar o corpo.

7. Tempo em silêncio antes de “Ó Sino da Minha Aldeia”.

8. Saída do esqueleto: tomar o tempo de ficar na ”pedra”

9. Pontos cardeais para começar o sino da minha aldeia.

10. Escuta dos fados

11. Labirinto – continuar os experimentos.


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